Sem as grades o Beira-Rio ganhou mais lugares. Agora é possível assistir aos jogos das primeiras cadeiras com uma regular visibilidade do campo. (atrás do gol, a imprensa e o policial devem ser orientados para ficarem sentados).
Um comparativo entre extremos. A social sem grades e o canto da Popular que tem arames mais altos que o normal.
Além da retirada das grades, a Equipe de Seguranças do Estádio fez um ótimo trabalho de orientação do torcedor, impedindo-os de permanecerem parados na área de circulação.
O corredor livre facilita a chegada aos bares e banheiros durante os jogos com rapidez, diminuindo o congestionamento no intervalo.
Em caso de emergência, como eventualmente acontece nas arquibancadas, o contato com a Equipe de Segurança é imediata, bem como, a chegada de atendimento médico.
Com a utilização das primeiras fileiras, a arquibancada fica toda ocupada.
Repare a área de circulação livre, nível europeu.
No muro do fosso podem ser pintadas orientações aos torcedores, por exemplo, "não pare nas áreas de circulação", "jogar objetos no gramado ou invadir a área de jogo pode gerar punição ao SEU CLUBE" (o que vale também para os visitantes).
Visão da primeira fileira.
Foto do Blog Beira-Rio 2014 registrada em 24 de Setembro de 2006... Luta antiga.
Repare nas crianças brincando ao fundo. O Beira-Rio é um lugar de família. Os bandidos devem ser levados para o presídio, ao invés de transformar nosso Estádio em um.
Antes um lugar péssimo, agora um lugar mais confortável que os demais (o que não é muito difícil, eu sei...).
Ainda temos arame-farpado no fosso. Poderiam, pelo menos, ficar escondidos, presos na parede fosso.
Sem estar atrás de grades, a presença do torcedor será muito mais "intimidadora" aos adversários.
Comparativo
Corredores livres: segurança e conforto para usar bares e banheiros.
A maioria dos corredores, têm essa deficiência. Podem ser facilmente alargados (embora não fique alinhado como gostaríamos).
Foto histórica da chegada do público no dia 6 de Abril de 1969, há 40 anos. Fonte: O Gigante na Literatura Brasileira, Porto Alegre - Ed. Emma, 1969.