Assembléia no CRUSP 1968. Enquanto os dirigentes das duas principais tendências do movimento estudantil, a Ação Popular e a Disssidência, se digladiavam em torno do que seria mais importante, mobilizar ou organizar, uma moça negra se levantou e, para espanto geral, disse que as duas teses estavam erradas. Para ela, haveria uma relação dialética entre organização e mobilização. Era preciso mobilizar para organizar e organizar para mobilizar. A jovem líder estudantil chamava-se Helenira Resende e seria eleita no ano seguinte para a vice-presidência da UNE. Quem testemunhou aquela cena foi a estudante Clotilde Lemos que, na época, militava na AP. Entre 1970 e 1971 Helenira se afastou da diretoria da UNE e ingressou nas forças guerrilheiras do Araguaia. Morreu em combate no dia 29 de setembro de 1972. Seus restos mortais continuam desaparecidos. Ficou a foto e a lembrança. [enviada por Augusto Buonicori]
Maria Augusta Carneiro Ribeiro (Guta) - chegada ao México depois de libertada em troca do embaixador dos EUA – 1969 (Foto enviada por Augusto Buonicore)
Foto antes do embarque para o México. Imagem que correu mundo em setembro de 1969, Maria Augusta Carneiro Ribeiro, então com 22 anos, era a única mulher entre o grupo de guerrilheiros trocados pelo embaixador americano Charles Elbrick, que incluía o deputado José Dirceu (na foto à esquerda, o segundo em pé a partir da esquerda). (Foto enviada por Augusto Buonicore)
Maria Augusta Carneiro Ribeiro (Guta) - Durante as filmagens do "Hércules 56", filme do Silvio Da-Rin. (Foto enviada por Augusto Buonicore)
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