Batata em espanhol é nossa batata-doce. A outra chama-se papa.
Essa estufa é uma das fronteiras da horta educativa. Nela há bromélias, orquídeas e outras plantas que requerem umidade e certo calor.
Tropaeolum majus, a nossa capuchinha que aqui é o taco de reina. Essa nasceu de forma espontânea na horta, apesar de ser comestível em quase todas as partes. Gosto das flores - as vermelhas são mais docinhas - e das folhas, ambas picantinhas. Com os frutos recentemente fiz picles, mas exagerei no vinagre e usei alguns demasiadamente maduros.
Pimienta campanita. Deixei que ela me enganasse: tudo tinha gosto de pimentão, exceto a ponta, que ardeu mais pelo inesperado que por picância exagerada.
Que eu saiba, essa não se come. Mas é bonita.
Aqui essa trepadeira e suas cuias chamam-se mate e são usadas para isso: tomar (ó cebar) el mate (nosso chimarrão).
A esponja, aquela natural para tomar banho.
Uma bela e perfumada lavanda.
Alho - para plantá-lo basta espetar um dente na terra, assim, deixando 1/3 de fora. Cuidado para colocar na posição certa, a parte onde eles vêm grudadinhos para baixo. Ai, é só ter paciência: leva em torno de 8 meses até poder colher. Depois do 7o mês, dê um nó na parte aérea para estimular a formação da cabeça. Ele precisa de 5 horas de sol diárias, pelo menos.
Aipo. Aqui ele é "apio". Essa característica de trocar as letras de lugar entre os dois idiomas deixa qualquer um sem saber se é Frederico ou Federico ou se a lagarta é a da borboleta (aqui oruga) ou um baita lagartão comedor de insetos...
A piniquenta borragem (borraja) que só pode ser consumida depois de cozida.
Dia de pique-nique e pouco trabalho. Quase todos os canteiros ocupados por plantas em todas as fases de crescimento,
A receita do pão está aqui: http://nemsodecaviar.blogspot.com/2009/05/gudruns-bauernbrot.html
Muitos patês, pouco pão. Recorremos às folhas de capuchinha.